Nunca o MINHA CASA MINHA VIDA fez tanto sentido e não se trata apenas do programa do governo federal para aquisição do imóvel próprio.
No cenário atual que estamos vivendo, notamos que a percepção dos indivíduos em relação às suas famílias, vidas e moradias foi significativamente alterada.
Com o COVID-19 estamos passando por um momento de insegurança, ansiedade, vulnerabilidade e imprevisibilidade.
A maioria das pessoas passavam muito tempo fora de suas casas, voltando apenas à noite para dormir, com a pandemia começaram a se dar conta de que não tinham um espaço confortável, seguro ou acolhedor.
Famílias com filhos começaram a perceber que o espaço que até então conseguia dar conta da sua rotina passou a ficar apertado para quem precisa conviver e estar junto 24 horas por dia.
Mas isso não quer dizer que as pessoas necessitem necessariamente de imóveis com mais metragem ou maior número de cômodos, e sim que valores, sentimentos e percepção sobre o lugar que passamos grande parte da nossa vida de fato mudou, contribuindo para o que denominamos NOSSA CASA, NOSSA VIDA.
por Luciara Reis, psicóloga especialista em Gestão de Pessoas

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